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AUTOSSABOTAGEM - O INIMIGO OCULTO

Sabotadores: conheça os 10 principais e saiba como eliminá-los

Descubra como identificar seus sabotadores e como eliminar o efeito negativo que esses inimigos internos causam em sua vida pessoal e profissional

Sabe aquele arrependimento instantâneo que sentimos ao agir de forma totalmente contrária ao que pensamos ou valorizamos? Isso acontece porque os sabotadores entraram em ação e controlaram seu comportamento sem que você percebesse!

Hoje, nós vamos te contar tudo sobre esses mecanismos de defesa que impactam negativamente a nossa vida pessoal e profissional.

Vamos começar explicando sobre o que são os sabotadores, como surgem, quais existem e, por fim, te mostrar um passo a passo prático para eliminá-los!

O que são sabotadores? 

Podemos chamar de sabotadores os comportamentos e/ou padrões de pensamentos negativos que nos atrapalham em nossas relações e/ou atividades. Esses comportamentos nos levam a sabotar as nossas próprias vidas.

A autossabotagem nada mais é do que um mecanismo de defesa criado por nós mesmos, durante a infância, para nos protegermos das mais diversas situações de medo e desconforto.

O psicólogo americano Stanley Rosner afirma que “muitos desses comportamentos destrutivos estão quase fora do domínio da consciência”.

Imagine, por exemplo, que uma criança está em casa e seus pais brigam de forma intensa diariamente. Esta criança se fecha em seu quarto e desvia seu pensamento para os brinquedos, evitando o conflito familiar.

A repetição desse comportamento se torna um padrão. Na vida adulta, esse padrão se apresenta na vida dessa criança, e de outras formas. 

Ela passa a evitar conflitos, fugir de conversas difíceis, deixa de falar o que sente e até finge que alguns problemas não existem.

É importante entender que os sabotadores funcionam para trazer alívio imediato em uma situação de desconforto e medo, mas esses comportamentos não resolvem o problema.

Quem são esses vilões sabotadores?!

Existem 10 sabotadores que podem trabalhar contra o nosso bem-estar, produzindo uma resposta negativa e automática às situações que enfrentamos no dia a dia. 

 

TESTE
Diante de cada descrição avalie de 1 a 10 se você possui esse comportamento, ao final veja os que tiveram pontuação maior que 6 , esses comportamentos estão presente.
Vamos aos 10 sabotadores, basta observar-se bem e ver qual deles está presente em sua vida.

1. O Crítico – Encontra defeitos em si mesmo, nos outros e nas circunstâncias

Tem a tendência de achar defeitos e erros em si mesmo, nos outros e nas circunstâncias. Costuma fazer comparações e ver algumas circunstâncias como “ruins” ao invés de vê-las como oportunidades.

Um grande destaque do Crítico é que ele é considerado como um sabotador principal, ou seja, para Chamine, o sabotador crítico está presente em todos nós. É uma certa vozinha que insiste na existência de superior e inferior.

Esse sabotador desperta um grande sentimento de ansiedade, aflição e sofrimento – além de causar muitos conflitos nos relacionamentos interpessoais, uma vez que se concentra nos erros e falhas dos outros.

Uma frase: “ah, mas acho que dá pra fazer melhor!”.

2. O Insistente – Necessidade de perfeição, ordem e organização levadas a sério demais

É exageradamente perfeccionista e organizado, o que geralmente o torna teimoso, tenso, irritável e sarcástico. Por acreditar que o seu jeito é o melhor, pode ter dificuldades em trabalhos de equipe e ser sensível à críticas.

O insistente lida constantemente com o sentimento de decepção e frustração consigo mesmo e com os outros. Por ter em sua cabeça o que é certo e o que é errado, pode se tornar inflexível a mudanças e a estilos e pessoas diferentes de si.

Uma frase: “Não fiz/fez nada a menos que a obrigação”.

3. Prestativo – Tentativa indireta de conseguir aceitação e afeição por meio de ajuda, agrado, resgate ou elogio a outros

Busca principalmente por afeição e aceitação. Possui dificuldade em expressar suas necessidades de forma mais direta e tende a colocar como prioridade ajudar o outro, ao invés de focar em suas atividades. 

Acredita que pode “abraçar o mundo”, o que por vezes, acaba resultando no descumprimento de prazos e sobrecarga. Além de gerar uma sobrecarga emocional e física, também pode fazer com que as pessoas em volta criem dependência ao invés de aprenderem a ser autônomas.

Por ter uma motivação que deseja receber em troca o que dá, é natural que o prestativo comece a ter sentimento de manipulação, obrigação ou culpa pelas pessoas com quem se relaciona.

Uma frase: “se precisar é só me chamar!  “.

4. Hiper-realizador – Dependente de desempenho e realizações constantes para respeito próprio e autovalidação

Sente que só tem valor para as outras pessoas se entregar resultados continuamente! Ele nunca consegue descansar ou parar para celebrar. Está sempre nesse ritmo frenético de trabalho!

Não consegue deixar que as pessoas se aproximem pois acha que são distrações para as suas metas. O hiper-realizador é bom em esconder inseguranças e mostrar uma imagem positiva.

Depende sempre de um próximo sucesso para se sentir auto aceito e perde o contato com sentimentos mais profundos – o Eu mais profundo – e a capacidade de se conectar intimamente com os outros. 

Um bom exemplo desse perfil é aquele colega de faculdade/trabalho que leva tudo a sério, é competitivo e sente prazer em estudar e trabalhar mais que os outros. Na maioria das vezes não dedica muito tempo ao lazer pessoal.

Uma frase: “Se eu não entregar bons resultados, não tenho valor para as pessoas”.

5. Vítima – Foca em sentimentos dolorosos como uma maneira de conquistar empatia e atenção

A vítima se sente atingida o tempo todo. Ela descobriu que quando ela compartilha suas dores, choros, desabafos e tragédias, as pessoas dão atenção e carinho. Mas o excesso acaba afastando e irritando os outros.

Esse perfil não entende que está sendo vitimista porque de fato estão acontecendo coisas ruins em volta, mas é o mergulho nessa dor que caracteriza esse sabotador.

Ao invés de motivação e resiliência, o vitimista costuma se encontrar em estados de apatia e fadiga.

Tem tendência a desmoronar e desistir frente aos desafios. Com as pessoas em volta esse comportamento causa o efeito contrário ao esperado: as pessoas se afastam e costumam se sentir impotentes, frustradas e até culpadas por não conseguirem ajudar a vítima a sair desse padrão.

Uma frase: “é SEMPRE comigo que essas coisas acontecem…”

6. Hiper-racional – Foco intenso e exclusivo no processamento racional de tudo, incluindo relacionamentos

O Hiper-racional acha que emoções só servem para atrapalhar. Ele tenta reprimir seu lado emocional e com isso acaba tendo dificuldades em se aproximar e se abrir para as outras pessoas.

Precisa entender que não é possível reprimir apenas emoções negativas. Quando ignoramos sentimentos negativos, também o fazemos com os positivos. Dessa forma, o hiper-racional pode sentir-se sufocado e tende a ser visto como insensível para as pessoas ao seu redor.

Em casos extremos, esse padrão sabotador pode resultar em sintomas de estresse físicos e emocionais. Desde quedas na imunidade à alterações hormonais e sintomas de ansiedade e depressão.

Uma frase: “Chorar é para os fracos. Deixa de reclamar e foca em resolver o problema.”

7. Hipervigilante – Ansiedade contínua e intensa quanto a todos os perigos da vida e foco no que pode dar errado

Se você é daqueles que estão sempre em alerta, este pode ser o seu sabotador principal. O Hipervigilante costuma surgir de uma infância bastante instável, onde os cuidadores eram imprevisíveis e o convívio familiar era perigoso e em alguns casos até violento.

O hipervigilante está sempre ansioso quanto aos perigos da vida e buscando o que pode dar errado em todas as situações. Essa maneira de ver o mundo causa muito sofrimento interno e queima de energia vital, pois o foco está sempre no negativo.

O hipervigilante costuma encontrar perigos até onde não existem e começa a ser evitado pelas pessoas em volta devido a sua intensidade de energia nervosa, o que esgota aos outros.

Uma frase: “Eu to sentindo que alguma coisa ruim vai acontecer…”.

8. Inquieto – Raramente fica em paz ou satisfeito com a atividade do momento, está em constante busca de maior excitação

Sente dificuldade em viver o presente? Está sempre buscando um novo projeto sem mesmo terminar os que começou? O sabotador inquieto pode surgir como uma estratégia para não ter que lidar com dores do passado ou com a ansiedade. 

Por baixo da superfície de diversão e animação do Inquieto há uma fuga baseada na ansiedade de estar presente, vivenciando cada momento intensamente – principalmente quando inclui lidar com coisas desagradáveis.

Devido a contínua inconstância, as pessoas que se envolvem com o inquieto sentem dificuldade em acompanhar todo esse frenesi e até mesmo não conseguem ver ali um ambiente seguro e sustentável para estabelecer relações profundas.

Uma frase: “Estava bom, mas já cansei. O que mais podemos fazer? A próxima coisa tem que ser ainda melhor!”.

9. Controlador – Necessidade de assumir a responsabilidade e controlar situações, forçando as ações das pessoas às suas próprias vontades

O controlador cria um ambiente desequilibrado para si e os que estão à sua volta. Possui uma atitude agressiva, direta e conecta-se com os outros através de conflitos, competição e atos físicos – ao invés de demonstrar o que está sentindo de forma mais delicada.

Devido a sua postura determinada, costuma conseguir resultados temporários (de si e dos outros), mas com o custo de deixar as outras pessoas se sentindo controladas, ressentidas e incapazes.

Além disso, gera muita ansiedade em todos em volta pois a vida não é controlável. Ele(a) estará sempre tendo o desafio de tentar controlar algo incontrolável.

O controlador pode aparecer das mais diversas formas, desde aquela pessoa perfeccionista e que possui horário para tudo, até ao perfil de pessoa que se torna raivosa e até agressiva por pegar um engarrafamento imprevisto.

Como o próprio Chamine ressalta, esses sabotadores se apresentam em graus diferentes de pessoa para pessoa.

Uma frase: “Se eu assumir o controle isso vai ficar bom e todos – principalmente eu – ficarão satisfeitos”.

10. Esquivo – Se concentra no que é prazeroso, procrastina e foge de tarefas difíceis e conflitos

“Ah….não faz mal…” Faz mal sim!! Se você costuma negar responsabilidades, evitar conflitos ou não comunicar o que pensa, pode ser que o Esquivo seja o seu sabotador! 

Ao fingirmos que está tudo bem, evitamos tensão, mas a situação pode virar uma bola de neve e piorar muito! O esquivo costuma acreditar que se ele “se fingir de morto”, o problema vai desaparecer, mas não é bem assim! 

Não só o problema continuará lá, como não olhar para ele impede que o esquivo amadureça com os obstáculos e transforme desafios em dádivas.

Além disso, esse movimento faz com que os relacionamentos se tornem superficiais pois o outro nunca sabe o quão verdadeiro o esquivo realmente está sendo, ou se está escondendo informações negativas.

Uma frase: “ah, eu não quis causar conflito desnecessário!”.

Como controlar os sabotadores?

Para aprender a lidar com os sabotadores, o primeiro passo é conhecê-los a fundo e descobrir de que maneira eles impactam a sua vida.

Se você chegou até aqui é porque já atingiu essa etapa: entendeu o que são sabotadores, reconheceu que eles existem – talvez já até se identificou com algum deles – e agora busca uma alternativa para solucionar esse problema.

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